terça-feira, 2 de outubro de 2018

A magia da Amazônia e seus artistas


A Amazônia é uma floresta enorme e cheia de vida. Lá, vivem muitos povos indígenas e comunidades locais que têm uma relação muito forte com a natureza. Eles usam a arte para expressar essa relação e para preservar sua cultura.

A arte amazônica é cheia de imagens da natureza, como animais, plantas e paisagens. Os artistas retratam esses elementos com respeito e admiração, pois eles são parte importante da vida das pessoas que vivem na Amazônia.

Os artistas juntam as muitas artes e permeiam a cultura a sua volta para não apenas produzir arte, mas encantar o público, transmitindo sentimentos e histórias.

A arte também é usada para representar os costumes e a cultura dos povos amazônicos. Danças, músicas, cerimônias e roupas tradicionais são retratadas nas obras de arte. Essas imagens ajudam a manter a cultura viva e a transmitir os valores desses povos para as gerações futuras.

A arte amazônica é um tesouro que nos lembra da importância da floresta e da cultura dos povos que nela vivem. Ela é um testemunho da harmonia possível entre o ser humano e a natureza.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

E estamos de volta

Fazendo arte aqui, ali... acolarte!

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Coletivo Kãmpum

O Coletivo Kãmpum é uma família de artistas que unem diferentes linguagens artísticas para contar histórias e provocar reflexões. Eles são inspirados pelos artistas e povos das florestas amazônicas, e trabalham para promover a diversidade cultural e defender os direitos humanos.

O coletivo foi fundado em 2015 por Cairon Nascimento, um artista multifacetado que é apaixonado pela cultura Hip-Hop. O artista queria criar um espaço onde artistas de diferentes origens pudessem se reunir e compartilhar suas ideias, experimentando e criando diferentes espetáculos embebidos em diferentes áreas artísticas e culturais.

A linguagem Kãmpum é uma fusão de diferentes referências, incluindo o Hip-Hop, o Teatro clássico e os saberes e fazeres das pessoas que habitam a Amazônia. O coletivo usa a arte para abordar temas importantes, como a preservação do meio ambiente, a identidade regional e as dificuldades enfrentadas pelos artistas do interior brasileiro, principalmente os da Região Norte.

Um dos valores mais importantes do Coletivo Kãmpum é o poder do ouvir. Eles acreditam que é essencial dar voz aos que não têm voz, especialmente aos povos indígenas e comunidades tradicionais da Amazônia.

Os integrantes do coletivo são artistas talentosos e comprometidos com a transformação social. Eles estão trabalhando para construir um futuro mais justo e equitativo para a Amazônia.

Dentre seus integrantes estão: Cairon Nascimento (idealizador, ator, diretor, pesquisador dos fazeres dos povos da floresta e amante do Hip-Hop), Laiana Lima (atriz, dançarina, pesquisadora do Teatro Clássico), Luiz Eduardo Cunha (diretor, ator e músico), Luciano Oliveira (artista plástico, pesquisador das artes circenses, contador de histórias) e Erilane Mendes (atriz e contadora de histórias, coreógrafa e dançarina).

Os artistas fazem suas experimentações artísticas e apresentações em um galpão que intitularam Galpão das Artes, já na área rural de Manaus, no Amazonas.

Artistas que fazem manter viva a chama da arte e dos fazeres amazônicos, representantes da Região Norte Brasileira.


*Arte: Cedida pelo Coletivo Kãmpum.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Quintais Literários - Opção cultural nos finais de semana em Xapuri


Se você mora no Município de Xapuri, no Estado do Acre, já deve ter ouvido falar nos Quintais Literários. Caso ainda não:
Aos finais de semana o quintal de Clenes Guerreiro se transforma em um ambiente onde todos podem partilhar dos livros, revistas e jibis arrecadados com as comunidades do bairro Jiquiá e arredores, juntamente com a arte e o lado lúdico proporcionado pelas folhas que encantam as crianças de todas as idades.
A iniciativa data de maio de 2008 e vem acontecendo após o irmão de Clenes ser discriminado na escola por estar atrasado com a leitura e a escrita, passando a procurar nos livros e revistas de parentes e amigos o refúgio secreto para longas e intensas viagens. 
Aos poucos, foram surgindo artistas, atores, contadores de histórias, e um bocado de gente que passou a ir aos quintais literários para compartilhar um pouco de arte.
O projeto foi finalista do Prêmio VivaLeitura 2011 e premiado no PreCult da Fundação Elias Mansour que ainda está em execução.
Quer levar a iniciativa para o seu quintal? Ainda dá tempo. É só procurar o Clenes Guerreiro e levar para o seu quintal:
-Exibição de vídeos;
-Apresentações de Teatro e Contação de Histórias;
-Oficinas de Produção Textual;
-Oficinas de Teatro e Contação de Histórias.
 O lanche fica por conta do projeto financiado. 

quinta-feira, 8 de março de 2012

A homemagem do Detran/AC às motoristas

Municípios do Acre e sua curiosa arrecadação no mês de fevereiro

Segundo o Diário Oficial do Estado do Acre de hoje, curiosamente mas justificável, os quatro municípios que menos arrecadaram com IPVA no mês de fevereiro de 2012 foram: Jordão (R$ 566,92), Santa Rosa (R$ 188,88), Porto Walter (R$ 118,75) e incrivelmente Marechal Thaumaturgo (R$ 78,06).

Xapuri arrecadou R$ 18.222,09.

terça-feira, 6 de março de 2012

Quando a gente conhece uma pessoa

Por Martha Medeiros

Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem. A imagem tem a ver com as nossas expectativas e mais ainda com o que ela vende de si mesma.

É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se a pessoa for parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se dela, mais tarde, não será tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças.

Mas se esta pessoa inventou um personagem e você acreditou, virá um processo mais lento: a de desconstrução daquilo que você achou que era real.

Desconstruindo Ana, desconstruindo Marcos, desconstruindo Carla. Milhares de pessoas vivem seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão desconstruindo ilusões. Tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico.

Ok! É natural que, numa aproximação, a gente venda mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, é a hora de fazer charme.

Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é, nossas gracinhas, manias e imperfeições. Isso se formos honestos. Os desonestos são aqueles que fabricam idéias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, sem entender absolutamente nada.

Quem se apaixonou por uma mentira, tem que desconstruí-la para desapaixonar. É um sufoco. Exi ge que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo é mais forte do que sua astúcia. Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento bacana não chegou a existir, que tudo não passou de uma representação. Talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa.

Sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé. Afinal, todos, resistimos muito a aceitar que alguém que gostamos não é, e nem nunca foi, ESPECIAL.