domingo, 1 de março de 2020

Explorando Novos Horizontes: A Casa de Leitura dos Amigos em Rio Branco


No Bairro Ivete Vargas, em Rio Branco, uma iniciativa inspiradora está moldando o cenário local, proporcionando mais do que livros: a Casa de Leitura dos Amigos, em setembro de 2019. Sob a liderança dedicada de Silvério Carvalho Neto, este espaço singular transcende as fronteiras tradicionais das casas de leitura, tornando-se um ponto de encontro cultural e social.

 

De Bar a Refúgio Literário

O que começou como um bar informal para relaxar após o trabalho, logo se transformou em um espaço único, onde os livros se tornaram protagonistas. Silvério e seus amigos inseriram gradualmente a literatura no cotidiano do bairro, dando origem à Casa de Leitura dos Amigos. O local, que antes abrigava apenas conversas e tereré, agora acolhe mais de 5 mil livros de diversos temas, incluindo obras de autores locais.

 

Cultura, Literatura e Sabores Regionais

A casa oferece mais do que a leitura solitária. É um ponto de encontro para a comunidade, onde as delícias da culinária regional se misturam com histórias cativantes. Não apenas um espaço de empréstimo de livros, a Casa proporciona um ambiente multifuncional com televisão, projetor, notebook e até mesmo um palco com microfone para expressões artísticas.

 

Um Farol em Meio às Dificuldades Sociais

Localizado em uma área marcada por desafios sociais, a Casa de Leitura dos Amigos se destaca como um farol de esperança. O projeto não só resgata jovens do mundo da criminalidade e das drogas, mas também oferece programas educativos e acompanhamento profissional para uma transformação social mais profunda.

 

Um Projeto em Expansão e Reconhecimento

Apesar de não fazer parte de redes ou associações, a Casa de Leitura dos Amigos já conquistou reconhecimento local e atraiu apoio de profissionais de saúde e do poder público. O próximo passo ambicioso é obter o reconhecimento oficial como Ponto de Leitura pelo Ministério da Cultura, buscando assim ampliar seu impacto e recursos.

 

Transformando Histórias Através dos Livros

O sucesso da Casa de Leitura dos Amigos não reside apenas nos livros empilhados em suas estantes, mas nas histórias de vida transformadas por meio da literatura. Silvério Carvalho Neto e sua equipe estão redefinindo o conceito de casa de leitura, tornando-a não apenas um local para ler, mas um espaço para construir, compartilhar e transformar vidas. No coração de Rio Branco, a Casa de Leitura dos Amigos está escrevendo uma história de esperança e mudança, página por página.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Transmeio: Educação de Trânsito e Meio Ambiente nas Escolas do Município de Xapuri


Você já teve a oportunidade de conhecer o projeto Transmeio: Educação de Trânsito e Meio Ambiente nas Escolas de Xapuri? Este projeto, aprovado no edital de Fomento e Incentivo Direto à Cultura de 2019 pela Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour (FEM), tem como principal objetivo levar palestras lúdicas e apresentações de esquetes teatrais às escolas da rede estadual de ensino do Município de Xapuri, com enfoque na educação de trânsito e conscientização ambiental.

As cidades de Xapuri, infelizmente, são reconhecidas por apresentarem condições de trânsito perigosas, especialmente para crianças e adolescentes em idade escolar. Diante desse cenário, projetos como o Transmeio se tornam fundamentais não apenas para o desenvolvimento cultural e artístico da comunidade, mas também para fornecer ensinamentos vitais sobre segurança no trânsito e preservação do meio ambiente.

O Transmeio não apenas busca informar, mas também inspirar e transformar. Com uma abordagem dinâmica e envolvente, que utiliza recursos como teatro, música e formas animadas, o projeto visa sensibilizar a comunidade escolar sobre a importância de práticas seguras no trânsito e da preservação ambiental.

Além disso, a iniciativa liderada por Maria de Lurdes Alves, conhecida como Dona Boneca, e em parceria com o Departamento Estadual de Trânsito, através da 5ª Circunscrição Regional de Trânsito de Xapuri (5ª Ciretran), serve como um modelo inspirador para a implementação de mais projetos semelhantes. A urgência de intervenções educativas e culturais nessa área se faz ainda mais evidente diante dos desafios enfrentados pela comunidade local em relação à segurança viária.

As apresentações do Transmeio são gratuitas e tiveram início na Escola Plácido de Castro em 18 de fevereiro de 2020, com sessões às 9h30 e às 15h30. Todas as pessoas interessadas estão convidadas a assistir e participar gratuitamente desses eventos educativos e culturais.

Portanto, é fundamental reconhecer o valor dessas iniciativas e promover seu crescimento, a fim de criar um ambiente mais seguro e consciente para as futuras gerações de Xapuri. O Transmeio é mais do que um projeto; é um passo significativo em direção a uma comunidade mais segura e sustentável.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Biblioteca Mangangá: Literatura e arte em Araguatins

Conheça o espaço que preserva e dissemina a cultura brasileira, com ênfase nas heranças indígena e africana, além da capoeira.

No interior da cidade de Araguatins, no Tocantins, encontra-se um verdadeiro tesouro cultural: a Biblioteca Mangangá. Sob a responsabilidade de Evelly Maria Araújo de Souza, essa biblioteca tem se destacado como um refúgio para aqueles que buscam mergulhar nas riquezas da cultura brasileira.

Localizada na Rua Marechal Rondon, 1785, Bairro Nova Araguatins, a Biblioteca Mangangá pode não ser muito grande em tamanho, mas é imensa em conteúdo e propósito. Seu acervo especializado abriga centenas de livros, revistas, jornais antigos, filmes e até mesmo livros em braile e áudio, atendendo às diferentes necessidades de seus visitantes, desde janeiro de 2019.

O diferencial da Biblioteca Mangangá está em sua ênfase na cultura brasileira, com foco especial nas heranças indígena e africana, além da capoeira. Essas temáticas são cuidadosamente selecionadas para preservar e disseminar a diversidade cultural presente no país.

Ao adentrar no espaço acolhedor da biblioteca, é possível sentir a atmosfera de conhecimento e respeito pela cultura que ali permeia. Além de proporcionar um ambiente propício à leitura e ao estudo, a Biblioteca Mangangá também oferece um espaço para apresentações culturais, onde os visitantes podem apreciar manifestações artísticas relacionadas à cultura brasileira.

Evelly Maria, fundadora da Biblioteca Mangangá, compartilha sua motivação para criar esse espaço único: "Eu sou Evelly Maria, uma jovem que cresceu imersa em dois mundos ricos em cultura: a herança indígena e a negra. Desde muito cedo, fui envolvida por histórias que me transportaram para universos diversos, e essa paixão pelos livros e pela cultura dos nossos povos me acompanhou ao longo da vida."

Sua experiência como praticante de capoeira também desempenhou um papel fundamental na criação da biblioteca. A capoeira, uma expressão artística e física que incorpora música, dança e história, é valorizada e promovida na Biblioteca Mangangá como parte essencial da herança cultural brasileira.

A comunidade local é o público principal atendido pela Biblioteca Mangangá, abrangendo crianças, jovens, adultos, população negra, indígena e quilombolas. Além disso, pesquisadores e estudantes interessados nas temáticas oferecidas também encontram um ambiente propício para seus estudos e pesquisas.

A Biblioteca Mangangá desempenha um papel vital na democratização do acesso à leitura e na formação de leitores conscientes. Ao focar em títulos relacionados à cultura brasileira, especialmente aquelas com raízes indígenas e africanas, a biblioteca se torna um instrumento poderoso de preservação da herança cultural da região.

Evelly Maria conclui: "A Biblioteca Mangangá é mais do que um lugar para livros; é um tributo à diversidade e à riqueza cultural do Brasil. Meu objetivo é compartilhar o conhecimento e a beleza dessas culturas muitas vezes marginalizadas, para que todos possam apreciá-las e se orgulhar de suas origens."

 A Biblioteca Mangangá é um verdadeiro legado cultural em Araguatins, onde a leitura, a cultura brasileira e a capoeira se encontram. Se você está em busca de conhecimento, diversidade e enriquecimento cultural, não deixe de visitar esse espaço único. Venha se encantar com a Biblioteca Mangangá e descobrir as histórias que ela tem a contar!

sábado, 18 de janeiro de 2020

Casa de Leitura da Preta Anuncia um Dia Espacial de Literatura: Teatro, Contação de Histórias e Inclusão

Preparem-se para uma experiência literária única, pois a Casa de Leitura da Preta está prestes a se transformar em um palco de criatividade e diversidade. No dia 20 de janeiro, a comunidade está convidada a participar de um Dia Espacial, repleto de apresentações de teatro, contação de histórias e uma atmosfera que celebra a riqueza da literatura.


Um Convite à Magia Literária

Dalila da Silva Souza, a visionária por trás da Casa de Leitura da Preta, compartilhou entusiasmada os detalhes deste evento especial. "Queremos proporcionar um dia mágico, onde as palavras ganham vida através do teatro e da contação de histórias. É uma oportunidade para todos se envolverem com a literatura de uma forma única e vibrante", afirmou Dalila.


Programação Espacial: Teatro, Contos e Inclusão

A programação do Dia Espacial começa às 9h e se estende ao longo do dia, oferecendo uma variedade de experiências literárias. Os participantes terão a chance de mergulhar em apresentações teatrais envolventes, que darão vida a personagens e tramas cativantes. A contação de histórias, conduzida por narradores apaixonados, transportará os presentes para mundos imaginários repletos de aventura e aprendizado.

Um aspecto fundamental deste evento é o compromisso com a inclusão. Haverá intérpretes de Libras disponíveis, garantindo que todos, independentemente de sua forma de comunicação, possam participar plenamente e desfrutar das atividades propostas. A Casa de Leitura da Preta reafirma assim seu compromisso com a diversidade e a acessibilidade.


Para Toda a Comunidade: Participação Gratuita

O Dia Espacial na Casa de Leitura da Preta é um evento aberto a todos, e a participação é totalmente gratuita. Esta é uma oportunidade para unir a comunidade em torno da literatura, promovendo a importância da leitura e da expressão artística.

"Queremos que este seja um dia especial para todos, onde a magia dos livros se espalhe e inspire a imaginação de cada participante. Nossa casa está de portas abertas para receber famílias, amigos e amantes da literatura. Venham se perder nas histórias conosco", convida Dalila.


Faça Parte Deste Dia Literário Espacial

Em um convite caloroso, a Casa de Leitura da Preta convida a todos para se juntarem a eles no dia 20 de janeiro, embarcando em uma jornada literária que transcende as páginas dos livros. Este Dia Espacial promete ser mais do que uma simples celebração; será um convite para a comunidade se conectar, sonhar e se emocionar juntos.

Prepare-se para uma experiência que transcende o comum, onde as histórias ganham vida, e a magia da literatura se torna palpável. A Casa de Leitura da Preta espera ansiosamente por esse dia especial, ansiosa para compartilhar a alegria da leitura com todos que desejam participar desta incrível jornada literária espacial.


-Na foto, Dalila (Dona Preta), nos convidando a fazer parte dos eventos na Casa de Leitura da Preta

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Oficina de Teatro do Coletivo Kãmpum: Inscrições abertas

Numa área beirando a zona rural de Manaus, no Amazonas, no conhecido Galpão das Artes, o Coletivo Kãmpum está prestes a realizar uma empolgante oficina de teatro, que promete ser uma experiência enriquecedora para todos os participantes. De 15 a 20 de janeiro, Cairon Nascimento e seus artistas (Laiana Lima, Luiz Eduardo Cunha, Luciano Oliveira e Erilane Mendes) estarão à frente dessa empreitada teatral, proporcionando momentos de aprendizado, expressão e diversão.

Com um total de 40 vagas disponíveis, a oficina é aberta para todas as idades. Se você sempre sonhou em explorar o universo da atuação ou deseja aprimorar suas habilidades teatrais, essa é a oportunidade perfeita para mergulhar nessa oportunidade proporcionada pelo Coletivo Kãmpum. Aproveite essa chance única de aprender com profissionais experientes e apaixonados pelo teatro.

Durante as 40 horas de imersão na oficina, os participantes terão a oportunidade de explorar diversas técnicas teatrais, desde improvisação até construção de personagens e expressão corporal. Além disso, serão abordados temas como voz, cenografia e iluminação cênica, proporcionando uma visão completa do mundo teatral.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas diretamente no Galpão das Artes ou por e-mail, através do endereço cairon.nascimento13@gmail.com no período de 10 a 13 de janeiro. Garanta sua vaga o quanto antes, pois elas são limitadas e costumam ser preenchidas rapidamente. Não perca essa oportunidade única de vivenciar a magia do teatro e expandir seus horizontes artísticos.

O Coletivo Kãmpum é reconhecido por sua dedicação em promover a arte e cultura na comunidade local, e essa oficina de teatro é mais uma iniciativa louvável que visa aproximar as pessoas dessa forma de expressão tão poderosa. Prepare-se para se encantar, se desafiar e se surpreender ao embarcar nessa jornada teatral inesquecível.

Não deixe essa oportunidade passar! Junte-se ao Coletivo Kãmpum no Galpão das Artes e descubra o fascinante mundo do teatro. Inscreva-se agora mesmo e prepare-se para uma experiência transformadora!

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Biblioteca Paxiúba: Espaços Literários


Na paisagem suburbana de Rio Branco, surge um espaço cultural que vai além dos limites de uma biblioteca convencional. A Biblioteca Comunitária Paxiúba, idealizada por Marcelo Pereira de Souza e aberta em junho de 2019, revela-se como um epicentro de cultura, conhecimento e conexão, trazendo à tona a riqueza da Amazônia de uma forma única.

A Paxiúba não é apenas um espaço para a leitura; é uma jornada sensorial pela rica tapeçaria cultural da Amazônia. Situada na Travessa Canaã, 175, Loteamento Santa Helena, esta biblioteca comunitária mergulha os visitantes em um ambiente acolhedor que ecoa os sons, cheiros e texturas da região.

 

O Nome que Conta Histórias:

Ao adentrar a biblioteca, somos introduzidos à paxiúba, uma planta amazônica cujo nome batiza o espaço. O tronco alto e retilíneo da paxiúba, assim como a biblioteca, simboliza resistência e crescimento. "Queríamos que o nome refletisse nossa missão de ser uma fonte vital de recursos para a comunidade, tal qual a paxiúba é para as populações amazônicas", explica Marcelo Pereira de Souza.

 

Artesanato e Música:

A Paxiúba transcende as páginas dos livros ao oferecer oficinas de artesanato local e workshops de confecção de instrumentos musicais amazônicos. Aqui, os visitantes podem mergulhar na tradição, participando da criação de objetos artesanais únicos e explorando a rica herança musical da Amazônia.

A diversidade do acervo é um reflexo do compromisso da biblioteca com inclusão e acessibilidade. Desde obras de autores locais até materiais em braille e audiolivros, a Paxiúba se esforça para atender a todas as necessidades da comunidade, tornando-se um farol de cultura para pessoas com diferentes habilidades.

A Paxiúba não é apenas um depósito de livros; é um centro dinâmico de serviços. Além do empréstimo de livros, oferece acesso à internet, atividades culturais, palestras educativas e eventos que celebram as tradições locais. Uma visita à biblioteca é uma experiência enriquecedora que vai além da simples busca pelo conhecimento.

A Biblioteca Paxiúba se traduz em um tesouro cultural que brilha em meio à paisagem amazônica. Conectando-se com a comunidade de maneira única, ela não apenas preserva a herança cultural, mas a transforma em uma ferramenta viva para o crescimento e o empoderamento. A Paxiúba é mais do que uma biblioteca; é um testemunho vibrante do poder da cultura e do conhecimento na Amazônia.

domingo, 5 de janeiro de 2020

Biblioteca Griot Nawas: Para ler e se conectar

No interior da Amazônia, onde as histórias dos povos originários ecoam através das folhas das árvores e dos rios sinuosos, encontra-se a Biblioteca Comunitária Griot Nawas. Localizada no Distrito Industrial, S/N, Bairro Industria, CEP 76970-000, em Pimenta Bueno, Rondônia, esta biblioteca é mais do que um espaço de livros; é um refúgio cultural que se tornou um elo vital entre as comunidades indígenas e o conhecimento que molda suas raízes.

Como a iniciativa nasceu

A Griot Nawas nasceu de uma pesquisa profunda aos povos originários, especialmente os Nawas, no interior do Estado do Acre, além de outros povos do Amazonas e de Rondônia, realizada por seu idealizador Rodrigo do Nascimento Garcia que, movido por uma busca pessoal permeada por trabalhos artísticos e estudos em História, inicialmente imaginou um espaço digital. No entanto, ao se estabelecer em Rondônia, a visão evoluiu para uma biblioteca física, enraizada na comunidade do Distrito Industrial, em 2019.


Um Acervo Rico e Diversificado

O acervo da Griot Nawas é uma tapeçaria literária que celebra a riqueza cultural dos povos originários da Amazônia. Com livros temáticos e títulos clássicos, a biblioteca oferece uma viagem pelas tradições, mitos e histórias que moldaram essas comunidades. Além disso, artefatos indígenas enriquecem o espaço, cada um contando sua própria história através de pequenos textos explicativos.


Serviços que Transformam Vidas

A biblioteca não se limita a prateleiras de livros. Os serviços oferecidos pela Griot Nawas são um convite à imersão na riqueza cultural e ao fortalecimento da comunidade:

Empréstimo de Livros: Todos os dias, os leitores podem levar consigo um pedaço da cultura amazônica.

Contação de Histórias: Uma vez por mês, a magia das narrativas tradicionais ganha vida.

Visitação do Acervo com Artefatos Indígenas: Diariamente, os visitantes têm a oportunidade de explorar e aprender sobre os artefatos que adornam o espaço.


Inclusão e Acessibilidade

A Griot Nawas é também uma forma de inclusão. Destinada a todas as idades, a biblioteca acolhe especialmente comunidades indígenas, pessoas de baixa renda e aquelas que necessitam de acessibilidade. Com livros em Braille, audiolivros e um ambiente adaptado, o espaço se torna acessível a todos, independentemente das barreiras que possam existir.


Uma Comunidade Unida pela Leitura

A Griot Nawas não é apenas um local de leitura; é um espaço vivo que pulsa com atividades diárias. Aberta todos os dias, das 7h às 17h (até meio-dia aos sábados), a biblioteca oferece não apenas conhecimento, mas também eventos sociais, debates e apresentações de contação de histórias para atrair novos leitores.

A Biblioteca Griot Nawas é mais do que uma biblioteca; é um testemunho do poder transformador da cultura e da educação. Mantida por doações e esforços pessoais, o projeto está aberto a todos, sem distinção. Ao cruzar as portas da Griot Nawas, os visitantes embarcam em uma jornada que transcende páginas de livros, conectando-se às raízes profundas da Amazônia e celebrando a diversidade cultural que a define.


*Foto: O idealizador da Biblioteca Griot Nawas, em sua biblioteca.

*Imagem 2: Banner da Biblioteca Griot Nawas